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[ 5 de Novembro de 2008 às 08h45 ]
RPG On-Line trazendo matérias cada vez melhores! Puxa, mas eu esperava um comentário sobre a passagem da Máscara para Requien. De qualquer forma, valeu a pena. Já fazia um tempo que estava interessado em ler algo desse tipo sobre Changeling: the Lost. Quero dizer, imagine narrar histórias de criaturas da mitológia brasileira, seria algo realmente desafiador (pelo menos para faze-las assustadoras), colocando boitata, espíritos, boto-cor-de-rosa, mula-sem-cabeça ou até mesmo um saci!!? Também não estava sabendo sobre o conceito Narrativista fortalecido na The Forge. Eu prefiro o fato do desafio com os dados e a possibilidade de sermos obrigados de perder alguns pontos de vida, ou cair de uma escalada, isso que simula a realidade no RPG! A maioria dos jogadores nunca dizia: 'Recebi um golpe no peito, marcas de garras fizeram brotar sementes de sangue na minha pele!' E por fim, para concluir meu comentário, foi ESSENCIAL a colocação do preconceito. (Principalmente para os jogos de gênero de terror). Tanto para os jogadores de RPG, quanto para as obras regionalistas. Devemos conquistar a ignorância através de informação, e dessa forma, quem sabe, o RPG não teria horizontes ainda mais amplos para se manifestar!? |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 10h03 ]
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[ 5 de Novembro de 2008 às 11h39 ]
--- Acho que essa informação pegou muitos - assim como eu - de surpresa: o preconceito contra o ' RPG ' está mais arraigado aqui no Brasil do que lá. Pelo menos foi o que deu a entender. Isso serve pra que a gente reflita a questão cultural do Brasileiro, que se deixa levar pelas informações que a mídia - principalmente o canal mais popular, não preciso nem citar qual - veicula. Parece que eles dependem de um foco para ganhar a cada segundo a nossa atenção, realmente a gente pode notar que deram uma descansada com o RPG. Agora o tema em pauta é ' namoro com homens mais velhos ', vide o caso de Santo André. Até ontem isso era comum, e continuaria sendo se o desfecho desse caso fosse diferente. Pelo amor de Deus! Os caras são muito sensacionalistas... Ficam arranjando desculpas pra justificar esses tipos de caso, lógico que a culpa é dos pais/responsáveis, que não acompanham o desenvolvimento de uma filha com 13 anos de idade. --- O que isso tem a ver com o RPG? Simplesmente tudo! Ninguém sai matando em função dos jogos, o que é fato e que os pais devem acompanhar é a ligação do comportamento que a criança/adolescente/adulto já possui, com o que o jogo pode incentivar. Se o cara é um adolescente sozinho, só vive no PC, não tem amigos... É um sinal claro de carência. Agora, junte isso a um bate-papo internet afora da vida, troca de afeições virtuais, e um convite para uma ' viagem rumo a felicidade'... Pronto, você tem um caso que a sociedade adora ver. Culpa do bate-papo? De jeito maneira! O bate-papo só foi um gatilho, cedo ou tarde isso aconteceria, dentro ou fora da internet. Mas sempre tem que haver um ' Cristo ' na história. --- Sou pai, e certamente quero o melhor pra minha filha. Se isso depender de instalar um keylogger no PC, eu farei, log‘s em MSN também. E não estou sendo radical, porque sei o que faço também e estou longe de ser um santo. Sei muito bem o que é assumir uma responsabilidade, e se algo acontecer a ela, pode ter a certeza que não irei culpar o RPG, a internet... Será uma falha minha. Isso é o que todos deveriam fazer ao invés de ficar delegando responsabilidades. --- Quanto a venda de materias de RPG. é importante salientar o que Ethan disse: ao contrário do que foi afirmado em uma outra matéria aqui no portal (pra ser exato, em um comentário de uma matéria), as vendas dos suplementos até mesmo no pólo das vendas dizendo assim, sofreram sim uma desaceleração, levando ao pé da letra pelo que ele disse, um fracasso. Então, não adianta apenas falar que depende do que um gosta ou do que outro gosta, gostos pessoais... A não ser que você leve em conta como comparativo o seu próprio resultado, aí é outra história. Todo mundo sabe que em comparação ao que se vendia, hoje não se vende tanto. Basta entrar numa banca de revista ou livraria e questionar sobre a seção de RPG. Você certamente encontrará poucos títulos, a não ser que esteja em São Paulo, praticamente a capital do RPG no Brasil. Isso é postura de mercado! Até eles, relevando o poder da internet, assumem os riscos de divulgar os seus materias em PDF na internet... Não que seja de graça, mas ao menos eles estão em busca de alternativas, e olha que são pioneiros nesse ramo. --- Mudando completamente de assunto, ao meu ver parece que o evento foi um sucesso. Não estive lá por razões óbvias: SP não é nenhum pouco perto de onde eu moro. Só pra entender: essa matéria foi apenas traduzida, ou houve a presença ' física ' do Ethan Skemp no evento? --- Abraços, Goe® |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 11h46 ]
Como um dos organizadores do evento, quero apenas salientar que não tinhamos uma lista de perguntas prontas, contando com o público do evento para tirarem as dúvidas que cada um tinha no momento. A entrevista também foi uma forma de mostrar que tanto nós organizadores (Terra do Nunca e d3 System), patrocinadores (Devir e TerraMedia) e apoiadores (AtsumiRPG, Camarilla, RPG Online e WoD Brasil) nos importamos com o público de outras cidades e tentamos e tentaremos (em futuros eventos) fazer vocês também participarem de alguma forma. E um MUITO OBRIGADO especial para essa galera SIMPATICÌSSIMA da RPG Online. Valeu! Jaime Daniel http://jaimedanielleandro.blogspot.com/ |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 13h24 ]
Li cada pergunta e cada resposta varias vezes buscando entender a integridade da pergunta... sabe oque eu achei bem diferencial... a naturalidade com a qual cada pergunta se encaixou conforme ele ia ditando temas e respostas totalmente claras. Pena que essas coisas acontecem pouco.. imagina um cara desse um dia em uma taverna... rsrsrsrs ia chover perguntas ^^ |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 14h06 ]
Não vou repetir o que já falaram acima, mas apenas dou ênfase, hehe! Abraços. |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 14h20 ]
Goering, a conversa com Ethan Skemp foi virtual. Este texto é uma tradução do log da conversa original - realizada em inglês, é óbvio. Porém, vamos dizer que esta conversa não foi o único 'fruto' do 'Halloween no Mundo das Trevas', em breve iremos trazer mais material que 'nasceu' neste evento. =D |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 17h44 ]
Eu estive no evento, mas não acompanhei a conversa e ainda hoje estava me perguntando: 'quando será que o J. vai publicá-la no Portal'... Aí loguei e dou de cara com ela aqui! Maravilha! Não conhecia (e ainda não conheço) quase nada do gênero de horror no RPG, mas depois desse evento fiquei muito interessado... [ ]‘s Shalom... |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 18h39 ]
Foi uma surpresa para mim a criação de um RPG para o cenário de EVE, não esperava por isso. Desde a fusão WW e CCP, o que eu aguardava, e tinha como opnião 'geral', era a criação de um MMO de WoD. Agora pergunto: A criação do EVE RPG anula por completo um WoD MMO? Abrs, and.... Don‘t Panic |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 19h55 ]
Olá a todos Só para esclarecer aquela minha pergunta ao Ethan Skemp sobre o sistema Storytelling e o Narrativismo: As idéias que hoje formam o Modelão do fórum The Forge, antes chamado de Teoria CNS (ou GNS, em inglês), começaram a surgir quando alguns RPGistas norte-americanos perceberam que pessoas diferentes têm interesses diferentes na mesa de jogo. Eles começaram a discutir o assunto e chegaram a um resumo da coisa (o Modelão), que diz mais ou menos o seguinte, de uma maneira muito simplista: 1. os Competitivistas esperam que uma sessão de jogo coloque diante deles desafios que eles possam enfrentar com uma chance justa de vencer; 2. os Simulacionistas querem aproveitar a sessão para explorar melhor seus personagens ou até mesmo o cenário do jogo; 3. os Narrativistas querem contribuir para a criação e o desenvolvimento de uma história interessante. Um exemplo: Um grupo formado por três personagens está à procura de uma garotinha da vila que se perdeu dentro de uma caverna. Eles chegam a um salão oval e deparam com um enorme dragão vermelho. O jogador Competitivista vai dar uma boa olhada na ficha dele, e talvez também nas fichas dos colegas, e avaliar se o grupo teria alguma chance de vencer o dragão (e não precisa ser necessariamente em combate) naquele exato momento. O jogador Simulacionista vai se perguntar o que o personagem dele faria naquela situação e agir de acordo, ou seja, se o personagem tiver fobia a dragões, ele vai fugir, mesmo que tenha o maior poder de fogo do grupo. O Simulacionista também poderia, por exemplo, tentar se colocar no lugar do dragão, para saber como a criatura pensa e tentar achar uma solução para a situação a partir daí. O jogador Narrativista pensaria, antes de mais nada, na atitude que o personagem dele poderia tomar para tornar a história mais interessante, engraçada, dramática, trágica ou seja lá o que for (se ele achar interessante o personagem bancar o covarde para se tornar um pária na vila, ser expulso e perder seu grande amor, que seja; se for mais interessante morrer lutando com o dragão, para que o nome do personagem seja cantado por todos os bardos da região, ótimo também). Alguns participantes do fórum The Forge argumentam que é impossível ou impraticável um RPG agradar a todos os três tipos de jogador, e que a melhor coisa que um designer de jogos pode fazer é bolar um sistema de regras condizente com o perfil do jogador que ele quer atingir. O 'd20 system' seria um bom exemplo de sistema que tende ao Competitivismo. GURPS seria um bom exemplo de sistema com tendências mais Simulacionistas. Infelizmente, não temos nenhum sistema de regras comercial e largamente conhecido, publicado em português, que apresente uma tendência forte ao Narrativismo, mas se vocês quiserem alguns exemplos, dêem uma olhada no Buraco RPG, de Itiro Kariya, e também nas resenhas de My life with master, Primetime Adventures e Dust Devils, que estão todos no website AtsumiRPG. O lance com o sistema Storytelling (e com o Storyteller também) é que ele tem regras Competitivistas, Simulacionistas e Narrativistas, todas juntas no mesmo pacote. O pessoal do The Forge tende a discordar dessa estratégia, pois acha que os jogadores Competitivistas, por exemplo, não vão curtir as regras Narrativistas, e podemos fazer o mesmo raciocínio para os Simulacionistas e Narrativistas em relação às regras Competitivistas. Esse tipo de coisa, segundo eles, pode deixar certos membros do grupo de jogo um pouco frustrados. Ethan Skemp tem uma opinião diferente. |
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[ 5 de Novembro de 2008 às 21h32 ]
Agora, com essa entrevista, que possui uma grande importância para nós, RPGistas e adoradores do WoD (como eu). Obrigado iRPG! |
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[ 6 de Novembro de 2008 às 17h24 ]
De forma alguma. Ele está sendo produzido desde que a fusão se consolidou. Tem pelo menos um cara da CCP em Atlanta (onde fica a WW) e dois ex-desenvolvedores estão trabalhando nele (Justin Achilli, ex-Vampiro, e Bill Bridges, ex-Mage the Awakening). O RPG ia sair em novembro agora, inclusive, mas vai atrasar porque eles querem revisar algumas coisas e incorporar mudanças no storyline do EVE MMORPG que ainda vão acontecer - assim uma nova expansão e o RPG vão estar na mesma 'sintonia'. O desenvolvedor é Russell Bailey, que desenvolveu os dois livros de Roma para Vampiro: o Réquiem (Requiem for Rome e Fall of the Camarilla). |
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[ 6 de Novembro de 2008 às 19h15 ]
Abraço à todos. ‘‘Siga-me, e eu lhe darei o que desejar. Idolatra-me, e eu farei de você um Deus.' ~lll- By Fractius -lll~ |